O Purgatório É Bíblico?




O catolicismo romano ensina que os religiosos fazem dívidas que devem pagas inevitavelmente no purgatório “antes que os portões do céu sejam abertos”. Embora o purgatório não seja o equivalente a uma segunda chance para os não-crentes, é definitivamente uma doutrina não-bíblica. Primeiro, a doutrina do purgatório enfraquece a suficiência do sacrifício de Cristo na cruz. As Escrituras declaram que Cristo “com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (Hb 10.14; ver também Hb 1.3). Assim, podemos descansar seguros de que Cristo recebeu em seu próprio corpo todo o castigo que merecíamos, satisfazendo absolutamente a justiça de Deus em nosso favor (Rm 3.25,26; 2 Co 5.19,21; 1 Pe 3.18; 1 Jo 2.2). Quando Jesus exclamou na cruz: “Está consumado” (Jo 19.30),na verdade estava dizendo: “A dívida foi totalmente paga”. Além disso, o catolicismo enfraquece claramente a seriedade do pecado ao fomentar a noção de que existem pecados veniais, que podem ser perdoados por meio de punições temporárias no purgatório. Na verdade, como a Bíblia deixa claro, todas as nossas transgressões e iniqüidades são pecado contra um Deus eterno e santo (Sl 51.4). E, por isso, certamente atraem uma dívida eterna, e não temporária (Ez 18.4; Mt 5 – 7). Rm 6.23; Tg 2.10). Finalmente, embora o purgatório tenha sido oficialmente sido definido eplo Concílio de Florença (1439) e defendido pelo Concílio de Trento no século XVI, em lugar nenhum o purgatório foi descrito oficialmente pelo cânon das Escrituras. Como The New Catholic Enciclopedia (A Nova Enciclopédia Católica) reconhece sem dificuldade, “a doutrina do purgatório não é explicitamente exposta na Bíblia”. Por isso,o catolicismo é forçado a apelar para tradições dos pais em vez do testemunho do Pai – que por sua Palavra provê salvação, apenas pela graça, apenas por meio de Cristo (Rm 4.2-8;11.6;Ef 2.8,9). 
Que Deus abençoe.

SLS.

Fonte: (O Livro de Respostas Bíblicas, de Hank Hanegraaff)

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