Promotor de Alagoas, após reunir provas, diz que vai pedir interdição de fábrica da Coca-Cola no Estado.


Foto: Divulgação/MP-AL


Mais  uma denúncia de um objeto encontrado em uma garrafa de coca-cola foi feita nesta semana, no Brasil. Desta vez, em Alagoas, no Nordeste do país. O promotor de Justiça do Ministério Público do Estado, Mario Augusto Soares Martins recebeu a reclamação na última quarta-feira (25) e informou que vai mover uma ação que pede a interdição da fabricante local da bebida.
A denúncia foi feita pela decoradora Erisvânia Santos, moradora do bairro da Ponta Grossa, em Maceió. Ela comprou o produto para a neta de seis anos e, quando colocava o produto na geladeira, percebeu a presença do objeto estranho dentro da garrafa lacrada, de 290 ml.
Ao entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da fabricante, Erisvânia foi instruída a trocar o produto. A decoradora disse que não tinha interesse na troca e o atendente sugeriu que ela procurasse seus direitos.
A ação civil pública será ajuizada contra a Companhia de Bebidas e Alimentos do São Francisco (CBA), fabricante local da bebida. O promotor acha que é o momento para ações mais enérgicas, já que é um caso reincidente. No dia 12 de abril deste ano, foi encontrado, no mesmo Estado, em uma garrafa de um litro de Coca-Cola, algo que parecia um doce embalado.
Em julho de 2013, uma escrivã da Polícia Civil de Montes Claros, que encontrou um corpo estranho em uma garrafa de Coca-Cola, depois de ingerir um pouco da bebida, irá a receber da empresa fabricante do produto, a Norsa Refrigerantes, uma indenização por danos morais no valor de R$ 8 mil. 
No início deste mês, internautas de todo o país fizeram piadas sobre uma suposta contaminação de garrafas de Coca-Cola por ratos. Apesar da empresa ter declarado que a afirmação “não tem o menor fundamento”, o caso não fugiu aos olhares atentos e criativos das redes sociais.

BHAZ

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